O contato cai
Você põe o link na bio do Instagram, num grupo ou num QR code impresso. Quem abre se cadastra sozinho e já entra na sua base, com o consentimento registrado.
O PoliNexus abre a sua última eleição cidade por cidade, com dado oficial do TSE, e põe ao lado de cada uma quem você tem cadastrado ali. A resposta costuma assustar: a maior parte do voto de um deputado vem de lugares onde a campanha não tem ninguém.
A partir daí é operação. Coordenador em cada região com acesso próprio, comitês no mapa, presidente de bairro que enxerga só o bairro dele. E o painel dizendo, toda semana, quanto cada cidade trouxe.
E o gabinete no mesmo lugar. Demanda com prazo, ofício, agenda e o contato de quem procurou. Não são dois sistemas: quem você atende hoje é quem vota em você depois, e é a mesma base.
O PoliNexus não foi desenhado por quem estuda campanha. Foi por quem já ganhou uma.
A mobilização de rede de apoiadores que está aqui dentro não saiu de livro. Saiu de campanha de deputado estadual e de prefeito, feita na mão, com planilha, caderno e reunião de bairro até tarde. O sistema é exatamente aquilo, organizado, e com a Vega olhando junto.
E vale dizer o que ele não faz. O PoliNexus não sobe no palanque, não escreve o seu discurso e não ganha eleição sozinho. Ele tira da cabeça de uma pessoa só, e da planilha que ninguém mais entende, aquilo que decide o resultado: quem é a sua base, onde ela está, e o que ficou sem resposta.
O que aquela campanha fez com pouca gente e muita noite acordada, você faz de manhã, no celular, com a Vega avisando o que mudou enquanto você dormia.
18.223 votos em 2024, para um vereador que quase ninguém dava chance. Yan Lopes terminou a eleição prefeito de Caçapava, o mais votado entre cinco candidatos e um dos mais jovens eleitos da região.
Os dois adversários mais votados terminaram empatados entre si: 13.882 e 13.827, cinquenta e cinco votos de diferença um para o outro. Yan abriu 4.341 sobre o segundo colocado. Numa disputa tão equilibrada, essa distância não aparece por sorte.
Não teve milagre. Teve estatística para saber onde havia voto, e rede de apoiadores para ir buscar.
Resultado oficial do Tribunal Superior Eleitoral. Prefeito de Caçapava/SP, eleição de 2024. Confira você mesmo: é dado público, e é a mesma base que o PoliNexus lê.
Rede de apoiadores montada município a município, com um responsável em cada praça e meta por região.
A mesma estratégia na escala de uma cidade: bairro, liderança, meta e cobrança semana a semana.
Caçapava/SP, 18.223 votos e 34,4% dos válidos, com 4.341 de vantagem sobre o segundo. Uma campanha que começou dada como perdida, e um dos prefeitos mais jovens da região.
Estatística + mobilizaçãoO que era planilha, caderno e memória virou sistema. E o sistema avisa antes de você perguntar.
Você põe o link na bio do Instagram, num grupo ou num QR code impresso. Quem abre se cadastra sozinho e já entra na sua base, com o consentimento registrado.
Não fica esperando alguém abrir a tela. O aviso chega, dizendo quem chegou, de onde, e se aquele bairro já tem alguém respondendo por ele.
A conversa abre no PoliWhats, pelo número da campanha, e não pelo seu celular pessoal. Fica registrada, e quem assumir amanhã lê o que já foi dito.
Bairro, cidade e por onde chegou entram junto. Sem ninguém digitar duas vezes, e sem planilha para consolidar depois.
No mapa aparece onde a sua base está, e mais importante, onde você teve voto e não tem ninguém. É a pergunta que planilha nenhuma responde.
Cria o território, define a meta e dá acesso próprio a quem responde por ele. O coordenador enxerga a região dele, e você enxerga todas.
Ela não é um chat genérico com o nome do seu partido em cima. A Vega lê o seu painel, a tela que você está olhando e a base do TSE, e responde com o que está lá dentro. Pergunte em português, do jeito que você falaria com um assessor.
Um número só, a equipe inteira atendendo, e cada conversa ligada à ficha da pessoa. Quem assume amanhã lê o que já foi dito ontem.
Perde-se o que ficou espalhado. Um pedido no grupo do WhatsApp. Um telefone anotado na agenda do assessor. Uma promessa que só você lembra que fez. Quatro anos depois, nada disso vira nada.
O cidadão pede na rua ou manda no WhatsApp. Sem prazo e sem protocolo, alguém esquece. E quem cobra é ele, na frente dos outros.
Quem procurou, o que foi resolvido, quando foi o último contato. Está tudo na cabeça de quem atendeu. E assessor sai.
A agenda da semana sai de quem ligou primeiro. Não de onde estão seus votos, nem dos bairros em que você nunca apareceu.
Um gabinete resolve centenas de pedidos por ano. Cada um pode virar voto quatro anos depois, ou pode não virar nada. O trabalho existe. O que quase nunca existe é o registro que liga o que você fez ao que você colheu, e sem ele o mandato inteiro vira tentativa e erro no escuro.
Um buraco na rua. Uma consulta que não sai. Chega pelo WhatsApp, no evento ou na porta do gabinete, e quase sempre vem de um bairro só.
Ofício protocolado, cobrança na secretaria, retorno para quem pediu. Custa tempo. Se você resolve e a pessoa fica sabendo, ganhou um apoiador. Se resolve e ela não fica, não ganhou nada.
Na eleição seguinte aquele bairro vota mais, ou vota menos. Esse número é público e sai do TSE, seção por seção. A metade que falta é o registro do que você fez ali.
Com as duas na mesma tela, você enxerga onde o atendimento virou voto e onde não virou. E descobre qual bairro ainda está esperando resposta sua.
É por isso que vale anotar quem procura o gabinete. Cada contato com bairro e telefone vira um ponto no mapa. Cada demanda resolvida vira prova. Depois de quatro anos você tem uma coisa que adversário nenhum copia: a lista de quem você atendeu, e onde.
Cada ponto é um local de votação, colorido por quem teve mais votos ali.
Você teve 108 mil votos. Sabe de onde vieram?
Vieram daqui. Cada ponto é uma urna, com o resultado oficial do TSE.
E daqui também. Só que esses são dele.
Enquanto você não olhava, um bairro inteiro mudou de lado.
Deputado, senador ou governador. Sua votação está espalhada por centenas de cidades e o seu maior ativo é a rede que trabalha em cada uma delas. É a rede que o sistema organiza, com acesso próprio para cada liderança e cada coordenador, sem limite de gente.
Comece vendo onde você teve voto na última eleição e quantas dessas cidades ainda não têm ninguém cadastrado. Essa lista costuma ser a maior descoberta do primeiro dia.
Ver onde estão meus votosO ciclo já está rodando. O que falta é anotar. Sem isso você chega em 2028 com quatro anos de trabalho e nenhum jeito de mostrar onde ele aconteceu.
Comece pelo que já tem em mãos: os atendimentos deste mês e as lideranças que respondem quando você chama.
Organizar meu mandatoVocê tem uma vantagem que quem já está lá não teve: pode começar a anotar desde já. Quem só monta a rede no ano da eleição chega na disputa com seis meses de história contra quatro anos.
Veja quantos votos elegeram o último colocado do seu cargo na eleição passada, monte seu time cidade por cidade e comece a contar apoiador por apoiador.
Fazer o Raio-X grátis18 perguntas, 3 minutos. Você recebe uma nota de 0 a 100 em seis dimensões: potencial eleitoral, território, lideranças, planejamento, comunicação e execução. A nota sai de uma regra fixa, não de palpite de inteligência artificial.
Cruzamos sua candidatura com os dados oficiais do TSE e mostramos quantos votos elegeram o último colocado do seu cargo, no seu município. Esse número vira sua meta, com uma margem de segurança em cima.
Cadastre lideranças, registre contatos, combine compromissos e acompanhe quem cumpre. O sistema mostra quem está esquecido há 30 dias e qual a taxa real de entrega da sua base.
Não é uma página de vendas com outro nome. É o mesmo guia que o cliente abre por dentro do painel, com as telas explicadas uma a uma e as palavras do sistema traduzidas.
Abrir o guia do sistemaAbre direto, sem cadastro e sem e-mail.
Vereador disputa uma cidade. Deputado disputa centenas ao mesmo tempo, com equipe em cada uma e nenhuma chance de acompanhar tudo de cabeça. É aqui que a planilha desiste.
O sistema cruza a sua votação de 2022, cidade a cidade, com quem você tem cadastrado hoje. A resposta costuma assustar: a maior parte do voto de um deputado vem de lugares onde a campanha não tem ninguém.
Não é um relatório para guardar. É a fila de onde começar: as cidades do topo, ordenadas por voto, com a cobertura ao lado e o botão de cadastrar a primeira liderança de lá.
Cada comitê é um endereço com equipe. Central, regional ou municipal, todos aparecem no mapa junto com os seus votos, e um toque abre quem responde por ele e o WhatsApp da pessoa.
O painel avisa quando um comitê está aberto e sem responsável nomeado. Porta aberta que ninguém atende só se descobre quando um eleitor vai lá e volta.
O prefeito aliado de Poá é a referência da cidade dele. Ele recebe o acesso, cadastra os presidentes de bairro da cidade, e cada um enxerga só o próprio bairro.
Tudo que essa rede cadastra sobe para o seu painel na mesma hora. Você acompanha do celular quantas pessoas cada cidade trouxe nesta semana.
Escolha qualquer cidade onde você teve voto e veja o mapa de calor dela, os bairros, os locais de votação e sua posição no ranking do cargo naquele município.
Com a concentração junto: quantas cidades fazem metade dos seus votos. Base em três cidades é frágil e barata de defender; base em duzentas é resiliente e cara de manter.
A dobradinha não é uma liderança sua. É uma campanha inteira, com time e estrutura própria, que busca voto para ela e para você. O sistema trata ela como o que ela é.
Antes de fechar dobradinha, o sistema mostra se as bases somam ou repetem: bairro a bairro, com o resultado oficial do TSE, quanto da votação dele pisa no mesmo chão que a sua. Duas campanhas fortes nos mesmos três bairros não são o dobro. São a metade do trabalho feito duas vezes.
Quando a conta fecha, o convite sai dali mesmo, pelo WhatsApp. Ele preenche o cadastro, faz o Raio-X e entra numa conta completa, paga por você até o fim da eleição, com a Vega inclusa.
É isso que faz um prefeito aliado aceitar: ele sai da eleição com a cidade dele mapeada, a rede montada e a base no nome dele. Para ele, isso é 2028.
Você enxerga os números da operação dele: quantos apoiadores, quantas lideranças, quantos comitês, quanto entrou na semana. Nunca nome, telefone ou endereço.
Não é limitação técnica, é o desenho. Quem se cadastrou com ele disse sim a ele, e estender isso a um terceiro sem a pessoa saber é o tipo de coisa que numa campanha vira manchete.
Acabada a apuração, essa lista responde a pergunta mais difícil do gabinete: quem entregou.
“Esta cidade trouxe 4.200 apoiadores e 38 lideranças ativas; a vizinha trouxe 200” é um critério defensável para distribuir emenda. É uma conversa que nenhuma planilha sustenta com dado.
Nem todo aliado tem campanha própria. O coordenador regional e o presidente de bairro seguem como lideranças suas, dentro da sua conta, cada um enxergando só o território dele.
Os dois modelos convivem: quem é assessor seu entra como liderança; quem disputa a própria eleição entra como parceiro, com a conta dele.
Ter o dado do TSE não adianta se alguém precisar cruzar 645 cidades de cabeça. Estas três coisas o PoliNexus faz sozinho, toda vez que você abre a tela.
Federal anda com estadual, e a pergunta que ninguém faz é se as duas bases somam ou repetem. Escolha os candidatos e veja quanto da votação de vocês pisa no mesmo chão, cidade a cidade e escola a escola.
Base sobreposta divide o mesmo eleitor. Base que não se toca leva cada um aonde não chegaria sozinho.
Idade, gênero, escolaridade e estado civil de quem está apto a votar ali, pelo cadastro do TSE. Serve para saber com quem você está falando antes de escolher o que dizer.
É retrato de urna, nunca de eleitor. O voto continua secreto e ninguém fica sabendo em quem alguém votou.
Presidente de bairro não abre e-mail, abre WhatsApp. Você gera um link, manda, e ele cria a própria senha. Nem você nem a gente vê essa senha.
Ele entra vendo só o bairro dele, e cada apoiador que cadastrar aparece no seu painel na mesma hora.
Trabalhamos com a votação por seção eleitoral publicada pelo Tribunal Superior Eleitoral e com a população oficial do IBGE. Sem pesquisa comprada e sem número inventado. Toda tela que mostra um número traz a fonte e o ano.
Sete dias de acesso completo, sem cartão. Serve para quem já tem mandato e para quem ainda vai disputar. Depois você escolhe o plano do tamanho do seu gabinete.
Disponível para todo o estado de São Paulo. São dados oficiais do TSE, seção por seção, nos 645 municípios. Outros estados em breve.
Por que o Deputado custa mais que o dobro do Avançado. Por uma razão só, e ela é grande: acaba o teto de gente operando. Os outros planos param em onze acessos, que dá conta de um gabinete municipal. Uma campanha estadual tem coordenador em dezenas de cidades e presidente de bairro em centenas delas, e é essa rede que o sistema existe para organizar. Limitar ela em onze pessoas seria vender o contrário do que a ferramenta faz.
Da base pública do Tribunal Superior Eleitoral: votação por seção eleitoral, candidatos e estrutura de zonas e locais de votação. A população dos municípios vem do IBGE. Toda tela que mostra um número traz a fonte e o ano de referência.
Não. O Raio-X é gratuito e você recebe o resultado completo: nota geral, notas por dimensão e plano de ação prioritário. Junto vêm 7 dias de acesso completo à plataforma, sem cartão de crédito.
Não. Cada resposta tem uma pontuação fixa e a nota é a média ponderada dessas pontuações. Isso significa que a mesma resposta gera sempre a mesma nota, e o cálculo pode ser auditado. Não usamos IA para inventar diagnóstico.
Totais e o dado público do TSE. A Vega recebe os números do seu painel já calculados pelo sistema, o que a tela aberta está mostrando e os trechos do manual. Nome, telefone e endereço de apoiador nunca são enviados para o modelo, e nem o nome nem o número do candidato entram no diagnóstico. Os achados que aparecem no painel não passam por inteligência artificial nenhuma: são regras fixas rodando no nosso servidor.
Depende do plano. Os três primeiros vão de três a onze acessos, que dá conta de um gabinete. O plano Deputado não tem limite, porque campanha estadual tem coordenador em dezenas de cidades e presidente de bairro em centenas, e cada um precisa entrar com a própria senha e enxergar só a área dele.
Por um link que você manda no WhatsApp. Ela abre, escolhe a própria senha e entra. Nem você nem a gente vê essa senha. O link vale sete dias, funciona uma vez só e pode ser cancelado antes disso. Quem entra por ele já chega com o recorte certo: só o bairro dela, ou a cidade inteira se for a referência de lá.
Vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e governador. O sistema respeita o calendário eleitoral: eleições municipais em 2028, 2032 e gerais em 2026, 2030.
Sim. A assinatura é mensal, sem fidelidade, e o cancelamento é feito direto no Mercado Pago a qualquer momento. Seus dados continuam guardados caso queira voltar.
Não. Cada campanha tem seu espaço isolado. Lideranças, contatos, metas e diagnósticos são visíveis apenas para os usuários que você autorizar na sua conta.
Descubra quantos votos elegeram na sua cidade e comece a montar o time que vai buscar os seus.
Fazer meu Raio-X gratuito