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Guia do sistema

Uma campanha inteira cabe num mapa só.

Este guia mostra o caminho que a sua candidatura percorre dentro do PoliNexus, do primeiro dado do TSE até o eleitor atendido e a meta batida por território. Leva uns dez minutos, e você pode voltar aqui quando quiser.

🗺️Mapearonde há voto
🎯Dividirem territórios
👥Mobilizaras lideranças
📇Cadastrara base
💬Atenderquem procura
🏛️Resolvera demanda
📊Medire corrigir

Capítulo 1

O mapa vem antes do plano

Você informa três coisas em Configurações: cargo, cidade e número de urna. Com elas o sistema busca a sua votação real nos dados abertos do TSE e desenha o mapa de calor da cidade, bairro por bairro.

Não é estimativa nem pesquisa. É urna, do jeito que o Tribunal publicou. O número de urna é a chave exata: não tem homônimo, não tem erro de grafia.

  • Bairro em azul forte é onde você já teve voto. Em azul claro, onde teve pouco.
  • O sistema mostra também quantos votos elegeram na sua cidade na última eleição.
  • Quem ainda não tem número usa o da eleição passada, ou segue sem o mapa por enquanto.

Seus votos, por bairro

Centro
Vila Nova
Jd. Sul
Bela Vista
Alto
Industrial
Rio Comp.
Aeroporto
pouco muito dados oficiais do TSE

A meta, repartida

Zona Norte 1.230
Centro 960
Zona Sul 700
Rural 460
0 votos com dono e prazo.
A meta deixou de ser um número solto.

Capítulo 2

Território é meta com endereço

"Preciso de 5.000 votos" não é um plano: é um desejo. Território é o pedaço de cidade que tem meta, dono e prazo. Cinco territórios de mil votos são cinco conversas possíveis; cinco mil votos soltos não são conversa nenhuma.

O sistema mostra, lado a lado, a meta que você definiu e o que as lideranças daquele território dizem que entregam. Quando a segunda é menor que a primeira, o buraco aparece antes da eleição, não depois.

  • Cada território guarda os bairros que o compõem, e o voto de 2022 de cada um.
  • A tela avisa quando a soma dos territórios não fecha a meta da campanha.
  • Território sem liderança aparece em âmbar: é onde a semana rende mais.

Capítulo 3

A rede que trabalha na rua

Cada pessoa que mobiliza vira uma liderança, com bairro, meta de votos e histórico de contato. O sistema avisa quando alguém está há trinta dias sem conversa, que é como base viva vira lista morta.

E cada liderança ganha um link de rua: um endereço só dela, sem precisar de senha, para cadastrar apoiadores do celular durante a caminhada. Quem abre o link não alcança nada do candidato: vê o próprio contador e o formulário.

  • Sem conta para cada pessoa da rua, o plano não é consumido por quem só cadastra.
  • Cobertura da rua mostra por onde cada equipe passou, e em que turno.
  • O que a liderança promete entra na conta do território dela, não numa planilha à parte.

O caminho do link de rua

polinexus.com.br/rua/a7f2 Você manda o link para a liderança
Cadastrei 12 hoje no Jardim Sul Ela cadastra do celular, sem senha
Aparece no seu mapa na hora Com bairro, e já dentro do território certo

O contador dela sobe, o seu mapa enche, e ninguém precisou trocar planilha por WhatsApp.

Uma conversa no PoliWhats

Boa tarde! O buraco da rua do Meio piorou Chega pelo número da campanha
Vamos verificar e retornamos Assinada por quem respondeu
Obrigada! Ela virou contato, com bairro e histórico

A equipe inteira responde pelo mesmo número, e ninguém precisa passar o celular pessoal. O histórico fica com a campanha, não com a pessoa que atendeu.

Capítulo 4

Quem procurou o gabinete não se perde

O PoliWhats põe o WhatsApp da campanha dentro do sistema. Quem escreve vira contato sozinho, com o bairro que informou e a conversa inteira guardada. Quando a pessoa voltar daqui a seis meses, o histórico está lá.

Se o pedido dela for um problema da cidade, ele vira uma demanda: ganha protocolo, prazo e status, e pode virar ofício com um clique para quem tem mandato.

  • Nada de disparo em massa. Uma conversa por vez, sempre, e o sistema não faz outra coisa.
  • Etiquetas separam apoiador, liderança, comitê e time de rua na mesma caixa.
  • Com mais de um número, "Quem usa" divide as conversas por atendente.

Capítulo 5

O Raio-X diz onde você está fraco

Quinze perguntas, cinco dimensões, uma nota. O Raio-X não existe para elogiar: ele existe para apontar onde a próxima semana rende mais. Nota baixa numa dimensão não é derrota, é destino.

E ele conversa com o resto do sistema. Se a sua rede está pequena para a meta que você definiu, a nota cai e a recomendação diz exatamente isso, com o número que faltou.

  • As três prioridades saem ordenadas por impacto, e não por ordem de pergunta.
  • Refazer o Raio-X depois de um mês mostra se o trabalho moveu o ponteiro.
  • A Vega lê o mesmo diagnóstico e responde perguntas sobre ele dentro do painel.

As cinco dimensões

Rede, território, comunicação, estrutura e recursos.
O ponto que encolhe é o que a semana precisa resolver.

As palavras do sistema

Seis termos que resolvem quase toda dúvida

São as palavras que aparecem em mais de uma tela. Entendendo estas seis, o resto do sistema se lê sozinho.

Mapa Território

Pedaço de cidade com meta, dono e prazo. É onde a meta da campanha vira trabalho repartido em vez de número solto.

Rede Liderança

Quem mobiliza. Tem bairro, meta de votos e histórico de contato. O sistema avisa quando alguém fica trinta dias sem conversa.

Rua Link de rua

Endereço próprio de cada liderança, sem senha, para cadastrar apoiadores do celular. Não consome assento do plano nem dá acesso ao painel.

Atendimento PoliWhats

O WhatsApp da campanha dentro do sistema. Todo mundo responde pelo mesmo número, com histórico, e ninguém passa o celular pessoal.

Gabinete Demanda

Pedido que virou compromisso: tem protocolo, prazo e status. De quem tem mandato, vira ofício com um clique.

Diagnóstico Raio-X

Quinze perguntas que devolvem uma nota por dimensão e as três coisas que mais pesam contra a candidatura hoje.

0municípios com dados do TSE carregados
0segundos até o mapa aparecer, depois do número
0disparos em massa, hoje e sempre
Sobre os dados das pessoas

A base de contatos é de terceiros, e quem responde por ela perante a LGPD é a campanha, não o PoliNexus. Cadastre quem procurou o gabinete ou autorizou o contato, e registre essa autorização no campo próprio.

A votação por bairro vem de urna, nunca de eleitor: são totais por seção, e o voto continua secreto. A leitura correta é "onde tive votos", e não "quem votou em mim". A classificação de um contato é declaração da equipe, não medição.

Travou? Você tem três saídas

Nenhuma delas exige esperar ninguém responder amanhã.

O ? de cada tela Quase todo título tem um ponto de interrogação ao lado. Ele explica aquele bloco, ali mesmo, sem sair da página.
A Vega, dentro do painel Ela lê os seus números e responde sobre eles. Pergunte "quantos contatos entraram esta semana" e veja.
O botão Reportar No canto de toda tela. Achou um erro ou faltou alguma coisa, escreve ali: chega direto em quem faz o sistema.

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