O contato cai
Você põe o link na bio do Instagram, num grupo ou num QR code impresso. Quem abre se cadastra sozinho e já entra na sua base, com o consentimento registrado.
O PoliNexus abre o resultado oficial do TSE de 2024 e mostra quantos votos elegeram o último vereador da sua cidade. Esse número é a sua meta, e quase ninguém sabe qual é o dele. Ao lado, quantos apoiadores você já tem cadastrados, e em que bairros.
A partir daí é rua. Bairro por bairro, com um responsável em cada um que entra com acesso próprio e enxerga só a área dele. Cada apoiador que ele cadastra aparece no seu painel na mesma hora, sem planilha no meio.
E o gabinete no mesmo lugar. Demanda com prazo, ofício, agenda e o contato de quem procurou. Não são dois sistemas: quem você atende hoje é quem vota em você em 2028, e é a mesma base.
O PoliNexus não foi desenhado por quem estuda campanha. Foi por quem já ganhou uma.
A mobilização de rede de apoiadores que está aqui dentro não saiu de livro. Saiu de campanha de deputado estadual e de prefeito, feita na mão, com planilha, caderno e reunião de bairro até tarde. O sistema é exatamente aquilo, organizado, e com a Vega olhando junto.
E vale dizer o que ele não faz. O PoliNexus não sobe no palanque, não escreve o seu discurso e não ganha eleição sozinho. Ele tira da cabeça de uma pessoa só, e da planilha que ninguém mais entende, aquilo que decide o resultado: quem é a sua base, onde ela está, e o que ficou sem resposta.
O que aquela campanha fez com pouca gente e muita noite acordada, você faz de manhã, no celular, com a Vega avisando o que mudou enquanto você dormia.
18.223 votos em 2024, para um vereador que quase ninguém dava chance. Yan Lopes terminou a eleição prefeito de Caçapava, o mais votado entre cinco candidatos e um dos mais jovens eleitos da região.
Os dois adversários mais votados terminaram empatados entre si: 13.882 e 13.827, cinquenta e cinco votos de diferença um para o outro. Yan abriu 4.341 sobre o segundo colocado. Numa disputa tão equilibrada, essa distância não aparece por sorte.
Não teve milagre. Teve estatística para saber onde havia voto, e rede de apoiadores para ir buscar.
Resultado oficial do Tribunal Superior Eleitoral. Prefeito de Caçapava/SP, eleição de 2024. Confira você mesmo: é dado público, e é a mesma base que o PoliNexus lê.
Rede de apoiadores montada município a município, com um responsável em cada praça e meta por região.
A mesma estratégia na escala de uma cidade: bairro, liderança, meta e cobrança semana a semana.
Caçapava/SP, 18.223 votos e 34,4% dos válidos, com 4.341 de vantagem sobre o segundo. Uma campanha que começou dada como perdida, e um dos prefeitos mais jovens da região.
Estatística + mobilizaçãoO que era planilha, caderno e memória virou sistema. E o sistema avisa antes de você perguntar.
E você, está de que lado dessa história? As duas dores não são a mesma, e a resposta também não. Escolha por onde entrar.
O seu gabinete já é a maior máquina de base que existe na cidade. Gente chega pedindo todo dia, você resolve, e o nome de quem procurou some num grupo de WhatsApp que ninguém mais acha.
Em 2028 você vai precisar dessa lista. Ela existe. Só não está em lugar nenhum.
Ver o meu gabinete Vou disputarVocê não tem gabinete, não tem verba e não tem estrutura. Tem a única coisa que quem já está lá não consegue comprar de volta: tempo.
A campanha oficial dura pouco mais de quarenta dias. A base leva dois anos.
Começar a mapear agoraTodo vereador faz a mesma coisa: recebe o pedido, corre atrás, resolve. E aí o pedido some. Some do papel, some do grupo, some da cabeça. Dois anos depois vem a eleição, e ninguém consegue dizer quantas famílias daquele bairro passaram por ali.
Nesse dia isso deixa de ser organização e vira campanha. A lista de quem você atendeu é a lista de quem tem motivo para votar em você, com bairro, com data e com o que foi resolvido.
Não ganha eleição sozinho, e nada ganha. Mas chegar em 2028 sem essa lista é começar do zero contra quem começou hoje.
Organizar meu mandatoQuem entra sem mandato costuma fazer a conta errada. Acha que a eleição começa em agosto de 2028, quando a propaganda libera. Nessa altura, quem tem gabinete chega com quatro anos de gente atendida, e você chega com quarenta dias para conhecer a cidade.
Faltam 26 meses até outubro de 2028. É a única vantagem que ainda está do seu lado, e ela encolhe todo mês.
Em agosto de 2028, quando a propaganda liberar, você não vai estar começando. Vai estar cobrando uma rede que já existe há dois anos.
Você põe o link na bio do Instagram, num grupo ou num QR code impresso. Quem abre se cadastra sozinho e já entra na sua base, com o consentimento registrado.
Não fica esperando alguém abrir a tela. O aviso chega, dizendo quem chegou, de onde, e se aquele bairro já tem alguém respondendo por ele.
A conversa abre no PoliWhats, pelo número da campanha, e não pelo seu celular pessoal. Fica registrada, e quem assumir amanhã lê o que já foi dito.
Bairro, cidade e por onde chegou entram junto. Sem ninguém digitar duas vezes, e sem planilha para consolidar depois.
No mapa aparece onde a sua base está, e mais importante, onde você teve voto e não tem ninguém. É a pergunta que planilha nenhuma responde.
Cria o território, define a meta e dá acesso próprio a quem responde por ele. O coordenador enxerga a região dele, e você enxerga todas.
Ela não é um chat genérico com o nome do seu partido em cima. A Vega lê o seu painel, a tela que você está olhando e a base do TSE, e responde com o que está lá dentro. Pergunte em português, do jeito que você falaria com um assessor.
Um número só, a equipe inteira atendendo, e cada conversa ligada à ficha da pessoa. Quem assume amanhã lê o que já foi dito ontem.
Perde-se o que ficou espalhado. Um pedido no grupo do WhatsApp. Um telefone anotado na agenda do assessor. Uma promessa que só você lembra que fez. Quatro anos depois, nada disso vira nada.
O cidadão pede na rua ou manda no WhatsApp. Sem prazo e sem protocolo, alguém esquece. E quem cobra é ele, na frente dos outros.
Quem procurou, o que foi resolvido, quando foi o último contato. Está tudo na cabeça de quem atendeu. E assessor sai.
A agenda da semana sai de quem ligou primeiro. Não de onde estão seus votos, nem dos bairros em que você nunca apareceu.
Um gabinete resolve centenas de pedidos por ano. Cada um pode virar voto quatro anos depois, ou pode não virar nada. O trabalho existe. O que quase nunca existe é o registro que liga o que você fez ao que você colheu, e sem ele o mandato inteiro vira tentativa e erro no escuro.
Um buraco na rua. Uma consulta que não sai. Chega pelo WhatsApp, no evento ou na porta do gabinete, e quase sempre vem de um bairro só.
Ofício protocolado, cobrança na secretaria, retorno para quem pediu. Custa tempo. Se você resolve e a pessoa fica sabendo, ganhou um apoiador. Se resolve e ela não fica, não ganhou nada.
Na eleição seguinte aquele bairro vota mais, ou vota menos. Esse número é público e sai do TSE, seção por seção. A metade que falta é o registro do que você fez ali.
Com as duas na mesma tela, você enxerga onde o atendimento virou voto e onde não virou. E descobre qual bairro ainda está esperando resposta sua.
É por isso que vale anotar quem procura o gabinete. Cada contato com bairro e telefone vira um ponto no mapa. Cada demanda resolvida vira prova. Depois de quatro anos você tem uma coisa que adversário nenhum copia: a lista de quem você atendeu, e onde.
Cada ponto é um local de votação, colorido por quem teve mais votos ali.
Você teve 108 mil votos. Sabe de onde vieram?
Vieram daqui. Cada ponto é uma urna, com o resultado oficial do TSE.
E daqui também. Só que esses são dele.
Enquanto você não olhava, um bairro inteiro mudou de lado.
Vereador ou prefeito. A sua votação está espalhada pelos bairros, e o seu maior ativo é a rede que trabalha em cada um deles. É a rede que o sistema organiza, com acesso próprio para cada liderança e cada presidente de bairro.
Comece vendo onde você teve voto na última eleição e quantos desses bairros ainda não têm ninguém cadastrado. Essa lista costuma ser a maior descoberta do primeiro dia.
Ver onde estão meus votosO ciclo já está rodando. O que falta é anotar. Sem isso você chega em 2028 com quatro anos de trabalho e nenhum jeito de mostrar onde ele aconteceu.
Comece pelo que já tem em mãos: os atendimentos deste mês e as lideranças que respondem quando você chama.
Organizar meu mandatoVocê tem uma vantagem que o vereador de hoje não teve: pode começar a anotar desde já. Quem só monta a base no ano da eleição chega na disputa com seis meses de história contra quatro anos.
Veja quantos votos elegeram o último vereador da sua cidade em 2024, monte seu time por bairro e comece a contar apoiador por apoiador.
Fazer o Raio-X grátis18 perguntas, 3 minutos. Você recebe uma nota de 0 a 100 em seis dimensões: potencial eleitoral, território, lideranças, planejamento, comunicação e execução. A nota sai de uma regra fixa, não de palpite de inteligência artificial.
Cruzamos sua candidatura com os dados oficiais do TSE e mostramos quantos votos elegeram o último colocado do seu cargo, no seu município. Esse número vira sua meta, com uma margem de segurança em cima.
Cadastre lideranças, registre contatos, combine compromissos e acompanhe quem cumpre. O sistema mostra quem está esquecido há 30 dias e qual a taxa real de entrega da sua base.
Não é uma página de vendas com outro nome. É o mesmo guia que o cliente abre por dentro do painel, com as telas explicadas uma a uma e as palavras do sistema traduzidas.
Abrir o guia do sistemaAbre direto, sem cadastro e sem e-mail.
Ter o dado do TSE não adianta se alguém precisar somar bairro por bairro de cabeça. Estas três coisas o PoliNexus faz sozinho, toda vez que você abre a tela.
Quantos votos elegeram o último vereador da sua cidade em 2024, quantos elegeram o mais votado, e quantos candidatos disputaram. É a distância exata entre onde você está hoje e a cadeira.
Sem esse número, meta de campanha é chute. Com ele, é uma conta que dá para dividir por bairro e cobrar toda semana.
Idade, gênero, escolaridade e estado civil de quem está apto a votar ali, pelo cadastro do TSE. Serve para saber com quem você está falando antes de escolher o que dizer.
É retrato de urna, nunca de eleitor. O voto continua secreto e ninguém fica sabendo em quem alguém votou.
Presidente de bairro não abre e-mail, abre WhatsApp. Você gera um link, manda, e ele cria a própria senha. Nem você nem a gente vê essa senha.
Ele entra vendo só o bairro dele, e cada apoiador que cadastrar aparece no seu painel na mesma hora.
Trabalhamos com a votação por seção eleitoral publicada pelo Tribunal Superior Eleitoral e com a população oficial do IBGE. Sem pesquisa comprada e sem número inventado. Toda tela que mostra um número traz a fonte e o ano.
Sete dias de acesso completo, sem cartão. Serve para quem já tem mandato e para quem ainda vai disputar. Depois você escolhe o plano do tamanho do seu gabinete.
Disponível para todo o estado de São Paulo. São dados oficiais do TSE, seção por seção, nos 645 municípios. Outros estados em breve.
Por que o Deputado custa mais que o dobro do Avançado. Por uma razão só, e ela é grande: acaba o teto de gente operando. Os outros planos param em onze acessos, que dá conta de um gabinete municipal. Uma campanha estadual tem coordenador em dezenas de cidades e presidente de bairro em centenas delas, e é essa rede que o sistema existe para organizar. Limitar ela em onze pessoas seria vender o contrário do que a ferramenta faz.
Da base pública do Tribunal Superior Eleitoral: votação por seção eleitoral, candidatos e estrutura de zonas e locais de votação. A população dos municípios vem do IBGE. Toda tela que mostra um número traz a fonte e o ano de referência.
Não. O Raio-X é gratuito e você recebe o resultado completo: nota geral, notas por dimensão e plano de ação prioritário. Junto vêm 7 dias de acesso completo à plataforma, sem cartão de crédito.
Não. Cada resposta tem uma pontuação fixa e a nota é a média ponderada dessas pontuações. Isso significa que a mesma resposta gera sempre a mesma nota, e o cálculo pode ser auditado. Não usamos IA para inventar diagnóstico.
Totais e o dado público do TSE. A Vega recebe os números do seu painel já calculados pelo sistema, o que a tela aberta está mostrando e os trechos do manual. Nome, telefone e endereço de apoiador nunca são enviados para o modelo, e nem o nome nem o número do candidato entram no diagnóstico. Os achados que aparecem no painel não passam por inteligência artificial nenhuma: são regras fixas rodando no nosso servidor.
Depende do plano. Os três primeiros vão de três a onze acessos, que dá conta de um gabinete. O plano Deputado não tem limite, porque campanha estadual tem coordenador em dezenas de cidades e presidente de bairro em centenas, e cada um precisa entrar com a própria senha e enxergar só a área dele.
Por um link que você manda no WhatsApp. Ela abre, escolhe a própria senha e entra. Nem você nem a gente vê essa senha. O link vale sete dias, funciona uma vez só e pode ser cancelado antes disso. Quem entra por ele já chega com o recorte certo: só o bairro dela, ou a cidade inteira se for a referência de lá.
É o contrário. A campanha oficial dura pouco mais de quarenta dias, e a base leva anos. Quem começa a registrar agora chega em agosto de 2028 com uma rede pronta para ser cobrada. Quem começa em 2028 passa a campanha inteira conhecendo a cidade. O sistema não exige eleição em andamento: dá para usar como agenda de mandato e caderno de contatos, e virar campanha quando a hora chegar.
Para o mandato, e é aí que fica interessante. Demanda com prazo e dono, ofício numerado preso à demanda que o gerou, agenda do que foi combinado, e a ficha de quem procurou com a conversa junto. Em 2028 essa mesma base vira campanha, porque a lista de quem você atendeu é a lista de quem tem motivo para votar em você.
Vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e governador. O sistema respeita o calendário eleitoral: eleições municipais em 2028, 2032 e gerais em 2026, 2030.
Sim. A assinatura é mensal, sem fidelidade, e o cancelamento é feito direto no Mercado Pago a qualquer momento. Seus dados continuam guardados caso queira voltar.
Não. Cada campanha tem seu espaço isolado. Lideranças, contatos, metas e diagnósticos são visíveis apenas para os usuários que você autorizar na sua conta.
Veja quantos votos elegeram o último vereador da sua cidade e comece a montar a rede que vai buscar os seus.
Fazer meu Raio-X gratuito